Anne foi uma adolescente judia obrigada a viver escondida dos nazis, durante o Holocausto, juntamente com o seu pai Otto, a sua mãe Edith e a sua irmã Margot. Para além da sua família, Anne vivia ainda com mais quatro pessoas (Peter, Dussel, Sr. E Sra. Van Dan). Conseguiram manter-se escondidos naquele anexo por cima do escritório do seu pai em Amesterdã durante 25 meses. Durante este período de tempo Anne foi escrevendo o seu diário ao qual denominou Kitty. Neste escrevia tudo o que sentia, pensava, fazia e acontecia.
Os dolorosos meses de silêncio e medo aterrorizante tiveram fim ao serem denunciados aos nazistas e deportados para campos de concentração nazistas. Inicialmente, Anne foi para Auschwitz, juntamente com os seus pais, irmã e os companheiros do anexo. De seguida levaram-na para Bergen-Belsen, apenas com a sua irmã. Nove meses mais tarde, Anne morre de tifo (duas semanas antes do campo ser libertado), assim como a sua irmã que faleceu dias antes da jovem.
O seu diário, guardado por Miep Gies, foi publicado pela primeira vez em 1947. Este está actualmente traduzido em sessenta e oito línguas e é considerado um dos livros mais lidos em todo o mundo. O local onde a família Frank e as outras quatro pessoas viveram escondidas dos nazis ficou conhecido como Anexo Secreto. Este edifício tornou-se num famoso museu após a publicação do seu diário. Nesse há uma reprodução das condições em que os moradores do anexo viviam e é apresentada a história dos oito habitantes. Outro dos itens apresentados ao público é o diário que Anne escreveu. Este tornou-se mundialmente famoso devido à iniciativa do seu pai de publicá-lo. Actualmente é um dos símbolos do Holocausto. Dos oito habitantes do anexo, Otto foi o único sobrevivente da guerra.
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